Sociedade Brasileira de Eubiose
A esperaça da colheita reside na semente
O que é Eubiose?
Falamos anteriormente no método das aproximações. Agora, vamos falar sobre o Método Eubiótico. Serão a mesma coisa?
Não.
Aquele método é, apenas, uma parte, um dos aspectos do Método Eubiótico. Como Ciência Aplicada à edificação do Homem, o Método dispõe de extensos recursos apropriados àquela finalidade, e, dentre eles, se inclui o método das aproximações, como corolário dos três princípios fundamentais que formam a base do sistema eubiótico e que são: o gradualismo, a suavidade e a naturalidade. Tudo isso para que seja respeitado, integralmente, o ritmo natural de amadurecimento do discípulo. O Método Eubiótico se distingue, pois, pelo seu caráter não compulsivo. Daí termos falado em “crescimento”, para realçar o seu aspecto natural, espontâneo.
O Professor Henrique José de Souza, conhecendo profundamente a natureza humana, nossas dificuldades e necessidades, ajustou o seu Método de forma a permitir a qualquer discípulo, desde que verdadeiramente interessado, a conquista da “autorealização”.
O Método Eubiótico, como é natural, se ajusta à natureza tríplice do Homem e, por isso mesmo, se assenta sobre três pilares: a escola, o teatro e o templo.
Escola – A Escola é a base de qualquer sistema de educação ou reeducação, como é o caso de uma Escola Iniciática. Toda edificação depende, como é lógico, da solidez de seus alicerces. Em se tratando do processo de autoconstrução, é esta etapa que determina ou que indica o grau de interesse do discípulo na conquista de sua própria individualidade. A Escola fornece ao discípulo o impulso inicial. De sua aplicação, entretanto, dependerá a Grande Conquista. É por esta razão que a etapa Escola compreende duas atividades complementares: a informação e a pesquisa.
A Informação é ministrada ao discípulo pelos Instrutores, que, obedecendo aos princípios de gradualismo, suavidade e naturalidade, proporcionam ao discípulo um conjunto de ensinamentos particulares, que lhe permitem formar uma “visão nova” de suas relações com o mundo e o Universo. Trata-se de alcançar, em parte, aquilo que algumas escolas filosóficas alemãs denominam de “Weltanchaung” ou “Visão Sintética do Mundo”. Assim, ao “conceber” o mundo, o Homem “se concebe” a Si Mesmo. Ao conquistar esta Síntese, nela vê refletida, como num espelho, a sua própria Imagem, e assim, se reconhece. Nesta etapa, o homem aprende a reconhecer a Si Mesmo no Mundo, e o Mundo dentro de Si Mesmo. Sendo a Eubiose a Ciência da Vida, seus ensinamentos são de ordem universal. Assim, quando falamos em mundo, referimo-nos ao universo inteiro. Por estar razão e em virtude de nossas estreitas ligações com o Cosmo é que ao Universo denominamos macrocosmo e ao ser humano, por ser uma miniatura do Universo, chamamo-lo de microcosmo. O conhecimento desta e de outras realidades confere ao discípulo uma “ampliação” de sua consciência. E é esta “ampliação” que nós denominamos de “elevação do estado de consciência”.
A Eubiose, portanto, é uma Ciência que pesquisa os “fundamentos” da Vida, de forma a permitir ao discípulo reorientar-se. Partindo do mundo da multiplicidade, do mundo formal ou da impermanência, vamos realizando, através do processo eubiótico, a sintetização do múltiplo. Sintetizar é resumir, reunir num ponto, concentrar, “caminhar para o centro”. Esta é a ideia expressa pelas mandalas orientais e, também, através das rosáceas cristãs. Ambas se constituem de símbolos pictóricos variados, reunidos geralmente em forma circular, e cuja característica principal é estarem dispostos de tal forma que “apontam” para o centro. “Sugerem” àquele que as contempla a “Ideia” de centro, de centralização, de concentração. São, por isso, utilizadas para exercícios de concentração e meditação. As Rosáceas são muito conhecidas no Ocidente em forma de vitrais circulares, nas grandes catedrais góticas, em especial. As Mandalas orientais, entretanto, são as que alcançam o mais alto grau da “técnica” iniciática. Elas são construídas por especialistas que conhecem profundamente a simbologia universal. Desta forma, o discípulo que as contempla demoradamente é intuído a caminhar para o seu centro, para o seu interior, em busca do “Si Mesmo”, do seu “Eu Interior”, que constitui o seu “ponto focal”, seu núcleo. Neste processo, o homem “reúne” as suas forças, concentra-as e, assim, se fortalece e se transforma. À medida que nos aproximamos do nosso Ponto Focal, de nossa Consciência Interior, logramos uma “nova visão” das realidades, conquistamos um novo sentido de responsabilidade. Partimos da condição de espectadores inconscientes para alcançarmos a percepção reveladora de que somos a “causa eficiente” dos acontecimentos. Nossas potencialidades latentes, até então só pressentidas, passam a constituir-se numa “realidade estrutural”. O homem experimenta, assim, uma transformação “alquímica”. A relação Homem/Universo torna-se evidente e determina o surgimento de um novo “estado de consciência”. Neste estado ele observa que os acontecimentos universais se refletem em seu ser. Desta possibilidade de interação entre o subjetivo e o objetivo, entre o Homem e o Universo, surgem os movimentos de transformação, que trabalham para ajustar o ser humano aos Princípios Universais. A esta etapa da evolução denomina-se: transformação.
Teatro – Dentro do Método Eubiótico, o Teatro desempenha a função de educar através da “vivência” do conhecimento. A Escola corresponde à fase estática do aprendizado, enquanto que o Teatro é a própria dinâmica do conhecimento. Formam, por isso, um par dialético, uma polaridade, cuja síntese perfeita se realizará através do templo. Temos de um lado a Teoria e do outro a Prática, a vivência. A dramatização permite vitalizar o conhecimento, de forma a ensejar uma “participação” nos acontecimentos. O Teatro possui a “força mágica do encantamento”, que envolve e arrebata o espectador, transportando-o para “dentro” da trama dramática. Esta propriedade da Arte Cênica lhe assegurou um lugar de destaque dentro da metodologia iniciática, em todos os tempos. Disto são exemplos vivos o Teatro Clássico da Grécia, o Teatro dos Mistérios da Idade Média e o Teatro Indiano, entre outros. Todos eles associados aos Movimentos Iniciáticos de cada época. Por esta razão, o Teatro é considerado arte sagrada, e como tal, sujeito a regras rígidas de encenação, de natureza oculta. Por isso, quando falamos em Teatro, estamos nos referindo ao de caráter Iniciático, e não ao teatro comum.
A verdadeira “magia” do Teatro consiste, entretanto, em dar “vida e forma” aos arquétipos. Os “habitantes do Inconsciente Coletivo” (como também são conhecidos os “Arquétipos”) são, assim, trazidos para a luz da Consciência (Palco), onde são percebidos pelo expectador, que aprende a conhecê-los em profundidade, à medida que se desenrola a trama. É a Educação emocional e estética do discípulo, feita através da “arte da encenação”. Cumpre, por isso, fornecer alguns esclarecimentos a respeito dos Arquétipos e do Inconsciente Coletivo.
Todos nós dispomos de uma parte de nosso Inconsciente que se refere, exclusivamente, dos registros de nossas experiências de caráter pessoal, particular, e que por isso mesmo, é diferente em cada indivíduo: é o inconsciente pessoal. Temos, entretanto, uma parte do Inconsciente que é comum a todas as pessoas, que não se relaciona com aspectos parciais ou pessoais, mas com aqueles fatores genéricos que nos definem e nos distinguem como seres pertencentes à espécie humana. É, pois, aquele fundo comum a toda humanidade, e que, por isso, é denominado: o inconsciente coletivo. Nele residem os Arquétipos (tipo arcaico: antigo, primitivo), que constituem um “conglomerado energético e funcional” que determina e condiciona o comportamento humano. São os elementos constitutivos do nosso Corpo Psíquico. Formam, conjuntamente com o Ego, um pequeno “sistema planetário”, o que esclarece o sentido da assertiva de que o homem é uma “unidade na pluralidade”. Ao Ego, como centro do “sistema”, cabe a tarefa de coordenar este conjunto heterogêneo. Isto demanda, entretanto, autoconhecimento. Este é o verdadeiro significado desta expressão. Portanto, conhecer-se é conhecer os Arquétipos que constituem a nossa natureza interna. Enquanto os Arquétipos não são trazidos à luz de nossa consciência, comportam-se como complexos autônomos. Na verdade, cada um deles representa uma “consciência parcial”, destituída de sistema regulador direcional. Daí seu comportamento caótico, turbilhonário. Podemos, agora, entender o que quer dizer “equilíbrio emocional”. É a resultante do trabalho empreendido pelo discípulo com vistas à harmonização dos Arquétipos. Por isso mesmo é que existem os recursos especiais (Iogas, Mantrans etc.), que auxiliam o discípulo nesta difícil tarefa. Sendo os Arquétipos “conglomerados energéticos”, sua agregação à consciência, feita através da harmonização do corpo psíquico, significa fortalecimento interior. O caminhar para o centro implica em adquirir experiências no plano arquetipal, que constitui o pólo subjetivo da manifestação. Nas tradições chinesas, o “caminho” é representado pelo “Tao”, que, por definição, é meio e fim, simultaneamente. O mesmo se pode dizer da confrontação com os Arquétipos. A Evolução exige, portanto, que a consciência (o Ego) absorva os conteúdos energéticos, que jazem no inconsciente. É esta absorção que amplia a consciência. Por isso é que a confrontação com os Arquétipos é um “ato espiritual” por excelência. Através desta experiência singular o discípulo adquire uma nova visão dos acontecimentos e do mundo. Ele passa a ter conhecimento da face oculta da existência e começa a se “livrar da Deusa Maya”, a Ilusão.
Os personagens mitológicos, por exemplo, são, na realidade, Arquétipos da humanidade. É por esta razão que a leitura dos textos mitológicos nos transmitem uma estranha sensação de que aquelas alegorias não são fantasiosas, que ocultam algo de verdadeiro. O mesmo se pode dizer dos grandes monumentos literários da humanidade. Em realidade, o aspecto genial destas obras reside precisamente no fato de retratarem, com fidelidade e clareza, a verdade arquetipal.
O Teatro Iniciático educa através do apuro da sensibilidade do discípulo. Utilizando-se da simbologia universal, atinge diretamente os planos do inconsciente e aí imprime a noção da Estética, da Beleza e da Harmonia. A interiorização destas noções constitui o primeiro passo na reorganização de nossas forças internas, pois, o inconsciente é extremamente sensível a tudo que expresse harmonia e beleza, daí o sentido profundamente construtivo das Artes na formação do caráter do Homem. É precisamente através das manifestações da Arte que o ser humano absorve o sentido de “equilíbrio” e da “transcendência” das emoções. Trata-se, pois, de realizar a superação, pela educação da sensibilidade.
Entre as expressões mais puras da Arte Sagrada, destaca-se, ao lado do Teatro recitado, a Dança ou Bailado Sagrado. Através dos Bailados Iniciáticos, nas antigas iniciações, eram transmitidos importantes conhecimentos de natureza universal, mas, em especial, o sentido do “ritmo”. O Bailado Sagrado atingiu as culminâncias da perfeição, no Ocidente, na Iniciação de Terpsychore, na Grécia. Ficaram célebres também, na história iniciática da humanidade, os famosos Bailados de Davi. A Dança Sagrada, como é natural, obedecia a princípios rígidos de expressão e encenação, de modo a reproduzirem, através de passos e gestos harmoniosos, as verdades universais, como a própria Harmonia e o Ritmo da Natureza. Esta linguagem de símbolos atinge diretamente o inconsciente, constituindo, assim, um sistema equilibrador interno.
Temos, pois, que a Visão do Mundo através do “Sistema Arquetipal” nos confere uma nova dimensão do real, no sentido de permitir a percepção da profundidade e da universalidade dos fenômenos sociais. A história oficial ou acadêmica não nos proporciona estes meios. Ela é essencialmente superficial, episódica e, por isso mesmo, não deixa entrever o sentido oculto, não evidente, mas certamente subjacente em todos os acontecimentos humanos. Assim, a história real, verdadeira, será aquela que revelar a história arquetipal da humanidade, isto é, a história humana desprovida dos aspectos formais da aparência, das máscaras.
Dentro, ainda, do aspecto Teatro, convém ressaltar, para terminar, um aspecto muitas vezes negligenciado, mas de máxima importância, qual seja, o do Teatro da Vida, relacionado com a Arte de Viver. A etapa Teatro inclui, necessariamente, nossa vida de relação. Nós todos somos atores na existência e temos um papel a representar. A Eubiose nos ensina esta realidade. É na vida diária que temos a melhor oportunidade de vivenciar os ensinamentos eubióticos, como personagens reais da “História da Evolução da Mônada Humana”. O homem não individualizado é um personagem caricato, mas aquele que já expressa a realidade do Si Mesmo, do Eu Interior, é autêntico, é um vitorioso, é jivatmã.
Templo – O Templo é a etapa superior do Método Eubiótico. Sintetiza, harmonicamente, a Escola e o Teatro, transcendendo-os. Os sábios da antiguidade tinham o Homem como a suprema perfeição, tal é o equilíbrio estrutural do ser humano. Daí dizerem que o Templo é o corpo por onde se manifesta a Divindade na Terra, e o Homem, o Templo do Deus Interior. Por isso mesmo, os Templos Iniciáticos apresentam, no seu aspecto formal ou estrutural, perfeita correspondência com as medidas do Homem padrão de cada Raça. A este conjunto de medidas padronizadas que serve de base à Arquitetura Sagrada dá-se o nome de “Cânones” ou medidas canônicas. Esta proporcionalidade e correspondência com as medidas humanas é percebida, diretamente, pelo inconsciente. O “sanctum sanctorum” (”santo dos santos – o interior do Templo), por exemplo, é uma representação do útero materno, pois é aí que o homem há de nascer pela segunda vez, através da Iniciação.
O Templo Iniciático se destina, portanto, a propiciar o nascimento do Eu Interior de cada um. Assim, além dos aspectos estruturais já referidos, o Templo é ornado com símbolos (yantrans) de natureza universal, que se revelam ao inconsciente do discípulo princípios cósmicos. A acústica constitui, talvez. o aspecto mais importante da Arquitetura Templária, pois é, principalmente, através do som (Mantrans) e do verbo (Poética, Recitativo) que se realiza a transformação alquímica do homem.
A terceira etapa do Método Eubiótico compreende a utilização dos recursos da técnica ritualística para a criação de ambiente favorável ao crescimento espiritual. Trata-se da conjugação dinâmica dos recursos fornecidos pela Ciência Iniciática, de forma a tornar a participação do discípulo na atividade ritualística num verdadeiro “ato de realização”. Isto é uma decorrência dos efeitos produzidos sobre as camadas mais profundas de nossa estruturação física e psíquica, promovendo uma aceleração de nossa frequência vibratória. Daí ser o Templo Eubiótico comparável, em termos práticos, aos “aceleradores de partículas” dos laboratórios de física atômica. É, precisamente, o aumento de nossa frequência vibratória que irá permitir a fixação em nossa mente de conhecimentos de ordem transcendental.
O templo é, pois um local onde são movimentadas as forças de natureza cósmica propiciatórias à germinação da Consciência, do Deus Interior do Homem, o que se realiza através da Beleza e da Harmonia. A esta conquista superior, que se expressa pela completa transformação da Vida-Energia em Vida-Consciência, é que denominamos de metástase. Esta realização é que nos permitirá afirmar: “Eu e o Pai somos Um”. E assim, jiva se torna a própria Existência Consciente, que é jivatmã.
O Método Eubiótico é, pois, uma decorrência natural da própria natureza tríplice do homem. Para melhor fixarmos este aspecto, vamos estabelecer uma série de correlações com os 3 Planos do Ser:
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1º logos – Espiritual – Inteligência – Ideia – Pai – Cabeça – Satwa – Amarelo |
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2º logos – Psíquico – Emoção – Força – Mãe – Tronco – Rajas – Azul |
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3º logos – Físico – Estrutura – Trabalho – Filho – Membros – Tamas – Vermelho |
A conjugação dos três instrumentos do Método Eubiótico permite ao discípulo a realização das três etapas do seu processo evolutivo, de forma suave, natural. Temos, assim, a seguinte correlação:
escola – transformação
teatro – superação
templo – metástase
Há que se esclarecer aqui, por ser de importância, que o processo evolutivo não implica, de modo algum, em uma “retirada” da vida objetiva, nem significa uma “fuga” aos problemas existenciais. Muito ao contrário. A Eubiose é a integração da Vida na vida, da Vida no Homem e do Homem no Cosmo. É o despertar da vida em todos os seus aspectos. O Homem que se tornou consciente é um adepto do “princípio da afirmação”, da positividade da ação, o que se expressa através de um saneamento de nossas formas de relacionamento humano.
Eubiose é vida, e, como tal, é a manifestação da própria saúde, física, psíquica e mental ou espiritual. A Iniciação Eubiótica compreende, por isso mesmo, o ajuste perfeito e natural do homem aos seus princípios superiores. Podemos, pois, para finalizar, definir a Vida Eubiótica, como a vida normal, natural, a que se adicionou um novo elemento: a inteligência genial, criadora.
* José Carlos Arnizaut Simões. Publicado originalmente na revista Aquarius, sob o título de “Eubiose” (parte 2/5).
Em 24 de fevereiro de 2010 às 11:57 pm, gustavo de oliveira sienna disse:
ola boa noite
(link para este comentário)…
começei a frequnetar aqui em franca mas logo em seguida parei como faço ara voltar os estudos??
sinto q preciso …
Em 28 de fevereiro de 2010 às 2:52 pm, admin disse:
Olá Gustavo,
(link para este comentário)Entre em contato com o administrador do departamento onde realizou os estudos. É possível obter o telefone e o endereço de e-mail para contato na lista de “Departamentos próximos”, no menu abaixo.
Em 9 de abril de 2010 às 6:59 pm, nadir benossi disse:
Gostaria de estudar eubiose, tenho cede de sabedoria, quero um endereço perto da vila ema, obrigada.
(link para este comentário)Em 10 de abril de 2010 às 2:33 pm, admin disse:
Olá Nadir,
(link para este comentário)É possível obter o telefone e o endereço de e-mail para contato na lista de “Departamentos próximos” no menu abaixo.
Em 4 de maio de 2010 às 9:02 pm, isabela ferreira disse:
Olá!
(link para este comentário)Fico muito feliz em ver tantos artigos no site da SBE.
Faço o 2o Grau em Conceição do Rio Verde e todos nós sentimos a grande responsabilidade em ler e meditar sobre o sentido dos textos, não interpretar “pela letra que MATA”.
Li apenas “O Que é Eubiose”, por enquanto, rs. Compartilhei no orkut. Porém, imediatamente após ter convidado meus amigos e familiares à leitura do artigo, bateu uma enorme dúvida:
– É realmente seguro compartilhar, digo, não irá comprometer a Obra, ou estarei ferindo a ética, revelando algum conhecimento?
Pode parecer tolice, mas aprendi que as dúvidas precisam ser esclarecidas, sempre.
Abraço, obrigada!
Em 7 de maio de 2010 às 9:22 am, admin disse:
Olá Isabela,
Os conteúdos são para divulgação aberta ao público e, portanto, podem e devem ser compartilhados. A Sociedade Brasileira de Eubiose tem documentos de acesso restrito aos sócios efetivos, mas o ingresso em nossas fileiras é completamente franqueado ao grande público, de modo que a escola eubiótica não é essencialmente uma sociedade hermética. Nosso trabalho é somente o de contextualizar os ensinamentos eubióticos e divulgá-los ao grande público.
Agradecemos o seu contato. Sua participação é muito importante.
(link para este comentário)Em 5 de agosto de 2010 às 10:58 pm, chico simões disse:
Faz tempo, li um texto da eubiose falando do teatro de mamulengos… como sou mamulengueiro isso muito me interessou… se alguém souber desse texto me avisa?!
(link para este comentário)Em 6 de agosto de 2010 às 7:01 pm, Antonio Manuel de A. P.S. Martins disse:
Olá.Tive o imenso previlégio de me interessar pela obra de Henrique José de Souza. Gostei muito, muito mesmo do pouco que li e pude depreender inúmeras “mensagens”. Algumas coisas que li, parecem pedidos peremptórios do Professor( assim era chamaado, ou não?)que não vejo atendidos. Não estou criticando, muito menos julgando, apenas trazendo há lembrança. Mas um dos segredos na sua espetacular mensagem e talvez aquele que mais me seduziu, foi que a “Obra” para atingir o seu objetivo, ela tem que ser “mutante”, evoluir, se alterar……jamais parar e se ater em dogmas, em verdades absolutas( que são as verdadeiras e grandes mentiras). Assim,declaro aqui todo meu apreço pela Eubiose.
(link para este comentário)Grato.
A:.M:.M:.
Em 10 de agosto de 2010 às 10:51 pm, admin disse:
Olá Chico,
(link para este comentário)O artigo que procura é de autoria de Moysés Jakubovicz e se intitula “Mamulengo” que foi publicado na revista Aquarius, n. 3, ano I, 1975.
Em 17 de agosto de 2010 às 11:02 am, Ricardo Dutra disse:
Olá
No texto de apresentação de seu site sobre definição de Eubiose é citado o seguinte:
“através do som (Mantrans) e do verbo (Poética, Recitativo) que se realiza a transformação alquímica do homem”
Pergunto: A transformação alquímica citada em seu “todo”, contém alguma doutrina relacionada ao sexo?
Se sim, que tipo de tantrismo?
“spes messis in semine”
Aguardo,
(link para este comentário)Ricardo
Em 19 de agosto de 2010 às 7:39 pm, Arilda disse:
Boa noite, Participei das palestras públicas aqui no rio de Janeiro em Campo Grande e soube que fechou . Gostaria de saber como faço para encontrar uma mais próxima
(link para este comentário)Em 21 de agosto de 2010 às 12:48 am, admin disse:
Olá Arilda,
(link para este comentário)Recomendamos que entre em contato com o administração do departamento mais próximo. É possível obter o telefone e o endereço de e-mail para contato na lista de “Departamentos próximos” no menu abaixo.
Em 21 de agosto de 2010 às 4:15 pm, admin disse:
Prezado Ricardo,
(link para este comentário)A Sociedade Brasileira de Eubiose não ensina e não pratica o tantrismo em qualquer espécie. A transformação a que nos referimos aponta para uma mudança no estado de consciência do indivíduo praticante da yoga, que consiste em mentalizações e mantrans, bem como do estudo aprofundado sobre os ensinamentos legados pelo Professor Henrique José de Souza e uma série de outros autores, clássicos e contemporâneos. Alguns desses ensinamentos apontam para o autoconhecimento mental, emocional e mesmo corporal, inclusive no que diz respeito ao organismo humano e à reprodução. Não há, contudo, qualquer prática tântrica recomendada pela SBE a seus adeptos, uma vez que nosso objetivo é justamente não sobrepesar as energias terrenas de Kundalini mas harmonizá-las com a ideação cósmica de Fohat.